quinta-feira, 8 de setembro de 2011

LINGUAGEM DA PUBLICIDADE

Para o trabalho de linguagem da publicidade, escolhemos as seguintes propagandas:


* Mídia impressa - Anúncio da Ford Connect
Podemos observar dois aspéctos, o empréstimo linguístico que a marca usa como no nome do carro (Fusion Hybrid) e no nome da campanha (Ford Connect), e a variação linguística na frase "estava crente que ligava na tomada".

* Comercial de TV - VT 30" Faça-me um sabor Ruffles 
Usa esteriótipo com o urso remetendo a palavra mel, utiliza de afirmação com "experimente, vote e participe", além do emprego nguístico como honey moonstard, yakissoba e strogonuffles.


* Comercial de rádio - Spot Parmalat Mamíferos
Este utiliza o recurso da afirmação como "o búfalo falou que é bom, o gorila falou que faz bem", e continua com aspectos fonológicos "o búfalo falou que é bom, o gorila falou que faz bem, o tigre de bengala diz que não fica sem, o elefante o porco espinho e a zebra adoram também...o urso pardo o leão marinho e o esperto leopardo...toda floresta vira uam festa" e aspectos morfológicos "o búfalo falou que é bom, o gorila falou que faz bem, o tigre de bengala diz que não fica sem, o elefante o porco espinho e a zebra adoram também...o urso preto, o urso pardo o leão marinho e o esperto leopardo...toda floresta vira uam festa"


http://www.locutor.info/Jingles/90/Parmalat%20Mamiferos.mp3


Amanda Mercuri
Brunno Coelho
Debora Vidotto
Felipe Gulin
Karina Laino
Priscila Santos
Renato Dionizio




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Comerciantes fazem boicote aos cartões no Bom Retiro


Segundo eles, as taxas praticadas pelas operadoras de cartões são muito altas e agora os consumidores sofrem as consequências

Com início há cerca de seis meses, um boicote contra os cartões de débito e crédito vem ganhando cada dia mais comerciantes adeptos. Segundo os comerciantes, as taxas que as operadoras de cartões cobram são caras e começam a cobrar um valor mínimo para paramentos – R$50 no débito e R$100 no crédito.

Os clientes destes estabelecimentos são obrigados a usarem outras formas para pagamento, como dinheiro e cheque. “Em pouquíssimas lojas conseguimos usar cartão”, informa a costureira Julieta Mendonça, que sempre vai à Rua José Paulino para realizar suas compras.

Procurados por nossa reportagem, os donos dos estabelecimentos preferiram não comentar sobre o assunto, apenas uma gerente de uma das lojas que aderiram ao boicote aceitou falar, porém pediu para não ser identificada. Segundo ela, “As taxas cobradas pelas operadoras dos cartões são caras. Depois que um faz isso [boicotam os cartões], os vizinhos vão atrás”.

Ao andar pelo Bom Retiro, é comum encontrarmos placas como a da loja Malagueta, que diz: “Não aceitamos mais cartões. Favor não insistir”. Segundo a operadora Visa, as porcentagens cobradas são compatíveis com os serviços prestados. Já a Mastercard não quis se pronunciar sobre o assunto. “Sempre há muita reclamação quanto às taxas, que giram em torno de 4% a 5%, dependendo do segmento. O problema atinge mais os pequenos, que não possuem poder de barganha para negociar. Periodicamente, aparecem movimentos de protesto localizados, os quais não conseguem resistir por muito tempo por causa da concorrência”, declarou Ronaldo Agineu, economista da ACSP – Associação Comercial de São Paulo.

Os comerciantes não têm tido grandes prejuízos com o boicote, já que a circulação de cheques entre os estabelecimentos aumentou, além de serem mais seguros e práticos, já que máquinas podem preenchê-los automaticamente, é exigido um cadastro prévio para uso e há também a consulta das informações pessoais do cliente nos terminais de serviço de proteção ao crédito. Segundo os dados da Serasa, o número de cheques devolvidos por falta de fundos vem caindo com o passar do tempo. Em 2007, de cada mil cheques compensados, 19,5 foram devolvidos por falta de fundos, número 5,8% menor do que em 2006. “Estamos protegidos”, declara o dono de um comércio sobre os cheques sem fundos.

Renato Garcia Dionizio - Matrícula 79859-5